Onde a IA já se paga numa PME

  • Leitura de documentos. Faturas, guias e encomendas em PDF ou fotografia, com os dados extraídos e validados antes de entrarem no ERP. É o que fazem os nossos DocFlow e Doc2JSON.
  • Atendimento no WhatsApp e no site. Um assistente que responde às perguntas frequentes, recolhe pedidos e passa a uma pessoa o que precisa de uma pessoa.
  • Triagem de emails e pedidos. Classificar o que chega, extrair o essencial e encaminhar para quem trata.
  • Pesquisa no conhecimento da empresa. Perguntas em linguagem normal sobre procedimentos, manuais e contratos, com a resposta e a fonte.
  • Resumos e relatórios. Reuniões, conversas e dados transformados em resumos que se leem em dois minutos.

No artigo Para que serve a IA numa PME? fazemos a conta a cinco destes usos.

Ecrã do Doc2JSON com o esquema de uma fatura de compra portuguesa: tipo de documento, número, ATCUD e data de emissão.
O Doc2JSON, outro dos nossos produtos, a preparar a leitura de uma fatura de compra portuguesa: cada campo, incluindo o ATCUD, passa a dado estruturado.

Quando a IA não é a resposta

Se a tarefa segue sempre as mesmas regras, uma automação simples faz o mesmo trabalho por menos, e sem margem para respostas inesperadas. Também não pomos IA onde os dados são poucos ou estão desorganizados: aí o primeiro passo é arrumar o processo. Fazemos esta triagem logo no início, para não gastar dinheiro em tecnologia que não se paga.

Agentes de IA

Um agente de IA é um assistente que não se limita a responder: também executa passos, como consultar o ERP, preencher um pedido ou enviar um email. Usamo-los em processos com limites claros e com uma pessoa a aprovar o que tem consequências, porque um agente sem limites é um risco, não uma poupança.

Os dados da sua empresa

Definimos consigo, logo no início, que dados a IA pode ver, para quê e o que fica de fora. Documentos que não fazem falta à tarefa não lhe chegam.

Um exemplo com a conta feita

Exemplo. Uma empresa recebe 400 faturas de fornecedores por mês, e uma pessoa confere e lança cada uma em cerca de 5 minutos: são perto de 33 horas por mês. Com a leitura automática das faturas e a conferência com a encomenda, a pessoa passa a tratar só das diferenças. Com um potencial de automação de 82%, são cerca de 27 horas por mês que podem voltar à equipa. É uma estimativa: os números da sua empresa saem do diagnóstico.

Como trabalhamos

  1. Diagnosticar. Escolhemos o uso com a conta mais clara, e confirmamos que a IA é mesmo a melhor resposta.
  2. Construir. Pomos a IA a trabalhar num caso real, com uma pessoa a validar os resultados no início.
  3. Implementar e evoluir. Ligamos aos seus sistemas, medimos a qualidade das respostas e afinamos.

Como se paga

O projeto avança por etapas, cada uma com um entregável e uma meta acordados consigo. Só faturamos quando a etapa está entregue e a meta cumprida, ao contrário do valor fechado que se paga haja ou não resultado.

Perguntas frequentes

A IA vai substituir pessoas na minha empresa?

Na prática, substitui tarefas, não pessoas. Tira de cima da equipa a cópia, a leitura repetitiva e a pesquisa, e deixa-lhe o que exige decisão e contacto com clientes. É aí que uma PME ganha.

Preciso de ter muitos dados para usar IA?

Para ler documentos ou responder a perguntas sobre os seus manuais, não: os modelos atuais já sabem ler e escrever. Os dados contam quando se quer prever ou recomendar, e aí vemos primeiro se os que tem chegam.

Um assistente no WhatsApp pode falar com os clientes sem riscos?

Pode, se tiver limites claros: só responde com base nas fontes que lhe damos, diz quando não sabe e passa a conversa a uma pessoa nos casos que o pedem. É assim que os configuramos.

Quanto custa aplicar IA?

Depende do uso. A parte técnica costuma ser a mais pequena; o trabalho está em ligar a IA aos seus sistemas e ao seu processo. Começamos pelo uso com a conta mais clara, e cada etapa tem um valor acordado antes de começar.