O que ligamos

  • ERP e loja online. Encomendas, clientes, stocks e preços sincronizados entre a loja e o PHC, o Primavera ou o SAP.
  • ERP e CRM. O cliente nasce num sítio e aparece no outro, sem duas versões da mesma ficha.
  • ERP e Excel. Os ficheiros que hoje se exportam e importam à mão passam a atualizar-se sozinhos.
  • Documentos e ERP. Faturas e guias lidas automaticamente e lançadas no sistema. Ver automação documental.
  • Plataformas externas. Transportadoras, marketplaces e outras plataformas que trocam dados com a sua empresa, sem passar por alguém.

Quatro formas de ligar dois sistemas

Não há uma ligação melhor em abstrato. Escolhemos a mais simples que resolve o caso, por esta ordem:

  1. O conector que já existe. Muitos ERPs e lojas online já trazem ligações prontas entre si. Se servir, é a opção mais barata e a que menos manutenção dá.
  2. API. A porta que um programa abre para outros lhe falarem diretamente. O PHC, o Primavera e o SAP têm APIs, e é a ligação mais sólida: o dado passa no momento em que é criado.
  3. Ficheiros agendados. Quando não há API, exportar de um lado e importar do outro, todas as noites, já acaba com a cópia à mão.
  4. RPA, em último recurso. Um robô que imita cliques no ecrã. Serve de ponte com sistemas antigos, mas parte quando o ecrã muda.

Explicamos as quatro com mais calma no artigo sobre dupla introdução de dados.

Sem trocar de ERP

Trocar de ERP é o projeto mais caro e mais arriscado que uma PME pode escolher. Na maior parte dos casos o ERP está bem; o que falha são as ligações à volta dele. Resolver essas pontas custa uma fração da troca e não para a empresa.

Um exemplo com a conta feita

Exemplo. Uma loja online recebe 40 encomendas por dia, e alguém copia cada uma para o ERP em cerca de 3 minutos. São 2 horas por dia, perto de 42 horas por mês (21 dias úteis), fora os erros de morada e de quantidade que se corrigem depois. Com a loja ligada ao ERP, a encomenda é escrita uma vez, pelo cliente.

Como trabalhamos

  1. Diagnosticar. Fazemos o inventário dos dados que andam à mão: o quê, de onde, para onde e quantas vezes.
  2. Construir. Começamos pela ligação com mais volume, que é onde a conta se paga, com a forma de ligação mais simples que resolve.
  3. Implementar e evoluir. Pomos a ligação a funcionar, acompanhamos os erros e os volumes e ajustamos.

Como se paga

O projeto avança por etapas, cada uma com um entregável e uma meta acordados consigo. Só faturamos quando a etapa está entregue e a meta cumprida, ao contrário do valor fechado que se paga haja ou não resultado.

Perguntas frequentes

Preciso de trocar de ERP para deixar de copiar dados?

Quase nunca. O ERP costuma estar bem; o que falha são as ligações à volta dele. Só faz sentido trocar quando o próprio ERP deixou de servir o negócio, e aí a decisão é outra.

Fazem integrações com o PHC e o Primavera?

Sim. Ligamo-nos pelas APIs que estes ERPs disponibilizam, por troca de ficheiros ou por uma base de dados intermédia, conforme a versão e o que o fornecedor permite. O mesmo vale para o SAP e para outros sistemas.

E se o nosso sistema for antigo e não tiver API?

Quase todos exportam e importam ficheiros, e isso já chega para acabar com a cópia à mão. Quando nem isso existe, um robô de RPA pode servir de ponte enquanto não há alternativa.

Quanto tempo leva uma integração?

Depende dos sistemas e da forma de ligação. Um conector pronto ou uma troca de ficheiros é rápido; uma integração por API com regras de negócio leva mais. Definimos o âmbito e as etapas consigo antes de começar.